terça-feira, 31 de março de 2009

Introdução

Ato I – Solidão Cíclica

Hoje me pego com o peito apertado por saudades já outrora forjadas, por amores condicionados a viver no cárcere de uma mente pernóstica.

Metaforizando e parafraseando os anos foram passando em um beco estreito de uma solidão cíclica que volta como anedotas irônicas sem órbita.

Os guetos são sempre os mesmos, os personagens não mudam a fala, não importe o ângulo que olhe nem a edição minuciosa, a remixagem impera e estes de já vus não mais me consolam.

A paciência me forja um sincero jubilo nesta face hirsuta de um quarto de século vividos em um mundo alimentado por baterias piratas consumidas por esta hipócrita e tão bela nação.

( poema do autor)

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Como o tempo passa, e a cada segundo eu percebo o quanto idiota fui em acreditar em minhas verdades - típico do caráter ingênuo pensar que doutriná-lo seria a solução, oh criatura curiosa que esta lendo minhas idéias ! Sai pra lá cabra pernóstico dos infernos!

Vou à festa do umbigo novamente, e esta... Hum, esta será a mais hilária de todas, cada um massageando suas entranhas, como egos em agonia. Vamos? Diga sim, don’t be shine, sou capaz de ir all in, e ganhar com um par de valetes vagabundos.

(by Mr. Lucky)

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Caro leitor, se não foi possível entender bulhufas, sinal de que entendeste tudo, pois negar duas vezes implica em uma aceitação. Se tiveres curiosidade para tentar compreender o que Mr. Lucky tem a dizer, não perca seus próximos devaneios. -em breve-.