Ato II – Ambíguo Amigo Umbigo (parte 1)
Ao chegar em casa por volta das 19h45min, encontrei um envelope vermelho sangue, enroscado na grade enferrujada do portão. – Puta que pariu! (pensei em voz alta) mais uma propaganda. Joguei o maldito em cima dos demais que estavam empilhados ao lado da ultima garrafa “quase vazia” de J.D.
Passando a mão direita no bolso esquerdo do jaleco tirei meu ultimo cigarro “semi-amassando”, - Que merda tenho que parar de fumar! Trinta de aumento, vou ter que pedir exílio ao Paraguai. Tomei o ultimo gole, a pouco, o cartão vermelho grudou no fundo da garrafa, não resisti, abri.
*Antes de continuar lendo o que vira logo abaixo, aviso que qualquer alusão à pornografia será erronia, pois como diria Sylvio Back “depois que criaram o fescenino tudo ficou mais fácil.” (dica do autor)
“Tu estas disposto a participar de uma experiência nunca antes sugerida, e que não feriria tua moral, ética e sexualidade?
Existe um exótico orifício em seu corpo que aparentemente não serve para nada, porem sem a utilização árdua deste em sua vida fetal, tu não existiria.
Usamos e abusamos de diversas coisas em nossa vida, e quando damos por satisfeitos descartamos e por vezes esquecemos-nos de dar a devida importância a estes que nos foram tão úteis, e poderiam continuar sendo ate o dobrar dos sinos.
Vamos, don’t be fool , pegue então seu dedo médio da mão esquerda, mergulhe-o sobre sua língua e insira-o em movimentos circulares em seu esquecido ambíguo amigo umbigo.
Logo começará a sentir cócegas, e aos poucos um imenso prazer quase que orgasmático.
Seria então um ato sexual antropofágico? Seu pênis seria um mero órgão coadjuvante, a vagina almejada seria em fim descartada?
Talvez pareça o cúmulo do egoísmo, ou um tipo de masturbação a La New Age.
Estando ciente desta descoberta, aproveite bem! E se um dia enjoar ou der câimbra em seu dedo, talvez possamos compartilhar um o do outro. Afinal de contas somos amigos, e temos umbigos, e sem dúvida isto não seria um ato sexual.”
quarta-feira, 1 de abril de 2009
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